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Traíras barranqueiras - 2
Saiba quais as melhores opções e os equipamentos corretos para a pesca com vara lisa, arremesso de iscas vivas e ultralight
Texto e fotos Roberto Conti
1. Varas lisas
Podem ser naturais (a velha e boa vara de bambu) ou feitas de materiais como fibra de vidro (fiberglass), carbono (grafite) ou a mistura de ambos. Varas com grande proporção de fiberglass são muito resistentes, mas se tornam mais pesadas e com ação mais lenta. O carbono, ao contrário, dá mais leveza, sensibilidade e rapidez ao caniço, inclusive na fisgada, por isso é a opção mais indicada. Ambas podem ter várias partes (gomos) e comprimentos diferentes, desde 1,8m até mais de 7m. A escolha do tamanho depende da distância entre o pescador e as estruturas de pesca.
Dê preferência para linha de náilon com espessura de 0,36mm e comprimento um pouco menor que o da vara. Linhas curtas demais dificultam o manuseio do peixe, forçam o caniço e podem quebrá-lo. Um anzol modelo Chinu nº 4, encastoado com um curto cabo de aço flexível, preso à linha. Se a preferência for pela não utilização do encastoado, o ideal é usar anzóis de haste longa. Em relação à isca, é possível usar minhoca, peixinhos vivos ou mortos, pedaços de carne, miúdos de aves e bovinos, e até mesmo plugs e minhocas artificiais.
2. Arremesso de iscas vivas
Este equipamento se enquadra na categoria leve, para linhas com resistência entre 8 e 14lb. O conjunto pode ser formado por vara de 5’4”, classe 14lb, e molinete tamanho 1000, preenchido com linha de multifilamento de 15lb.
O “rig” pode ser preparado somente com anzol e isca ou com o auxílio de chumbada leve ou boia de arremesso e um chicote de uns 60cm. O anzol, do tipo Wide Gap (para robalos) tamanho 1/0, faz toda a diferença quando se usa iscas vivas. O peixe nada mais naturalidade, e se torna mais atrativo. Se preferir, encastoe o anzol com 5cm de aço flexível de 10 lb. Isque os carás e tilápias pelas narinas. Para iscas mortas, outros modelos de anzol podem ser usados, como Chinu, Maruseigo e os de haste longa.
Isca viva no atacado
Use um covo ou armadilha para facilitar a captura de peixes, como pequenas tilápias e carás. Basta colocar no artefato um pedaço de pão ou outro atrativo, fechá-lo e deixá-lo afundar perto da margem. Amarre-o em algum ponto fixo para evitar sua perda. Em poucos minutos o covo estará cheio de peixes. Selecione a quantidade suficiente para sua pesca e devolva o restante para a água.
3. Conjunto ultralight
Para a modalidade, um caniço de 5’10”, classe 6lb, equipado com um molinete tamanho 750 e linha de multifilamento de 8lb bastam. As iscas mais usadas neste caso são os plugs, tanto de meia-água quanto de superfície – até 3,5g ou 1/8 de onça. Às vezes, pequenos também dão ótimos resultados. Quando o peixe está manhoso, jigs de penacho são ótimas opções.
Saiba quais as melhores opções e os equipamentos corretos para a pesca com vara lisa, arremesso de iscas vivas e ultralight
Texto e fotos Roberto Conti
1. Varas lisas
Podem ser naturais (a velha e boa vara de bambu) ou feitas de materiais como fibra de vidro (fiberglass), carbono (grafite) ou a mistura de ambos. Varas com grande proporção de fiberglass são muito resistentes, mas se tornam mais pesadas e com ação mais lenta. O carbono, ao contrário, dá mais leveza, sensibilidade e rapidez ao caniço, inclusive na fisgada, por isso é a opção mais indicada. Ambas podem ter várias partes (gomos) e comprimentos diferentes, desde 1,8m até mais de 7m. A escolha do tamanho depende da distância entre o pescador e as estruturas de pesca.
Dê preferência para linha de náilon com espessura de 0,36mm e comprimento um pouco menor que o da vara. Linhas curtas demais dificultam o manuseio do peixe, forçam o caniço e podem quebrá-lo. Um anzol modelo Chinu nº 4, encastoado com um curto cabo de aço flexível, preso à linha. Se a preferência for pela não utilização do encastoado, o ideal é usar anzóis de haste longa. Em relação à isca, é possível usar minhoca, peixinhos vivos ou mortos, pedaços de carne, miúdos de aves e bovinos, e até mesmo plugs e minhocas artificiais.
2. Arremesso de iscas vivas
Este equipamento se enquadra na categoria leve, para linhas com resistência entre 8 e 14lb. O conjunto pode ser formado por vara de 5’4”, classe 14lb, e molinete tamanho 1000, preenchido com linha de multifilamento de 15lb.
O “rig” pode ser preparado somente com anzol e isca ou com o auxílio de chumbada leve ou boia de arremesso e um chicote de uns 60cm. O anzol, do tipo Wide Gap (para robalos) tamanho 1/0, faz toda a diferença quando se usa iscas vivas. O peixe nada mais naturalidade, e se torna mais atrativo. Se preferir, encastoe o anzol com 5cm de aço flexível de 10 lb. Isque os carás e tilápias pelas narinas. Para iscas mortas, outros modelos de anzol podem ser usados, como Chinu, Maruseigo e os de haste longa.
Isca viva no atacado
Use um covo ou armadilha para facilitar a captura de peixes, como pequenas tilápias e carás. Basta colocar no artefato um pedaço de pão ou outro atrativo, fechá-lo e deixá-lo afundar perto da margem. Amarre-o em algum ponto fixo para evitar sua perda. Em poucos minutos o covo estará cheio de peixes. Selecione a quantidade suficiente para sua pesca e devolva o restante para a água.
3. Conjunto ultralight
Para a modalidade, um caniço de 5’10”, classe 6lb, equipado com um molinete tamanho 750 e linha de multifilamento de 8lb bastam. As iscas mais usadas neste caso são os plugs, tanto de meia-água quanto de superfície – até 3,5g ou 1/8 de onça. Às vezes, pequenos também dão ótimos resultados. Quando o peixe está manhoso, jigs de penacho são ótimas opções.





















